Mapa de arte urbana ganha versão em inglês e fecha parcerias para ampliar acervo

Lançado em julho de 2011, o Arte Fora do Museu investe agora no conteúdo para estrangeiros e ampliação do banco de dados, inclusive para outras cidades.

Esculturas, grafites, murais, projetos arquitetônicos. Com estas quatro categorias, o Arte Fora do Museu cataloga as obras de arte pelas ruas de São Paulo. Lançado há um ano, o projeto ganha agora novos pontos, busca parcerias para levar o conteúdo para outras cidades, além de focar no público estrangeiro, ao apresentar já parte do seu conteúdo em inglês.

Uma das evoluções naturais do projeto foi seu lado turístico. Atendendo à demanda por conteúdo em outras línguas, o Arte Fora do Museu já começou a traduzir alguns de seus vídeos com depoimentos de especialistas. Nesta primeira fase, as legendas estão sendo colocadas em inglês, numa parceria com a Escola Viva, de São Paulo.

A ideia é proporcionar a opção também em espanhol, além da tradução das sinopses, transformando-o assim em um projeto que atenderá também estrangeiros que visitam o país.

Na ampliação do material de São Paulo, a Pinacoteca já cedeu para o projeto imagens de todas as obras do Parque da Luz. Assim, o parque vai ser tornar o primeiro local 100% mapeado pelo projeto. A ideia é que outras instituições também ofereçam seus acervos para digitalização e catalogação nos bancos de dados do Arte Fora do Museu.

Ainda em 2012 o projeto pretende levar o Arte Fora do Museu para outras cidades e criar uma camada colaborativa, onde qualquer pessoa poderá cadastrar facilmente uma obra de arte em qualquer lugar do mundo. Existem também dois projetos editoriais: um livro sobre arte urbana em São Paulo e um guia turístico baseado no conteúdo do site. Para isso, os criadores buscam financiamento, que pode vir inclusive via projeto de lei de incentivo fiscal, aprovado no início do ano.

Histórico
Nestes últimos 12 meses, o Arte Fora do Museu cresceu não só em conteúdo, mas também nas áreas de atuação. A primeira atualização do projeto veio em forma de um aplicativo para iPhone no final de 2011, apontado pela imprensa especializada (revista InfoExame, Galileu, Folha de S. Paulo, Época São Paulo) como um dos melhores da área.

Com aplicativo e site mobile, o conteúdo foi aproveitado também na forma de exposições. As fotos dos mais de 100 pontos levantados na cidade de São Paulo foram parar na Bienal de Arquitetura em 2011 e no Vivo Art.Mov este ano. A iniciativa também foi reconhecida pelo Festival CulturaDigital.br, realizado em 2011 no Rio de Janeiro, e pelo ArTecnologia, encontro realizado na UERJ.

www.arteforadomuseu.com.br

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